No futuro todas as empresas produzirão a sua própria energia

No futuro todas as empresas produzirão a sua própria energia

“Produzindo a própria energia as empresas reduzem os seus custos energéticos até um máximo de 70%”

Com a afirmação cada vez mais acentuada das energias renováveis e com a nova legislação a elas aplicada, o paradigma alterou-se: os consumidores de energia podem ser simultaneamente produtores, rentabilizando recursos que detinham e não exploravam da forma mais eficaz.

Analisando o caso específico das empresas, em 2008 a regulação veio permitir a instalação de sistemas fotovoltaicos para venda de toda a energia gerada, à rede pública, segundo uma tarifa garantida e durante um período de vários anos. Em 2015, e com a entrada em vigor do DL 53/2014, as empresas têm a possibilidade de instalação de sistemas de autoconsumo para alimentar os seus consumos energéticos.

Poupança aliada à competitividade

Esta nova forma de alimentar os consumos constitui uma importante variável de competitividade, visto que produzindo a própria energia as empresas reduzem quer os custos operacionais, que podem diminuir até um máximo de 70%, quer a dependência em relação ao fornecedor de energia. A dimensão da empresa e a sua área de atividade são fatores que influenciam os seus consumos energéticos, desta forma a opção do autoconsumo torna-se uma importante variável de competitividade e de planeamento no sentido em que para além de haver uma redução dos custos energéticos e uma maior independência existe ainda uma menor variação do preço a pagar pela eletricidade o que, por sua vez, vai permitir um melhor planeamento financeiro da organização. 

 

Custos Operacionais da Empresa X

Autoconsumo torna a sua empresa eco-friendly

Para além da poupança monetária as soluções de autoconsumo são uma fonte de energia verde o que torna a empresa eco-friendly, fator que é cada vez mais tido em conta pelas sociedade portuguesa no momento da tomada de decisão de compra. Deste modo as empresas que possuem instalações de autoconsumo aumentam a sua competitividade em relação à concorrência devido à enorme poupança que conseguem obter e reforçam essa competitividade por se tornarem eco-frindly.

 

 

Ao longo do tempo, a tecnologia solar fotovoltaica sofreu uma enorme evolução no que diz respeito à quantidade de unidades de produção de módulos fotovoltaicos, como consequência deste aumento apresenta-se a diminuição do custo por watt instalado. Esta diminuição vem reforçar a capacidade competitiva das instalações de autoconsumo em relação ao fornecimento de energia convencional.

Aquando a instalação de uma unidade de produção de autoconsumo (UPAC) deve existir um breve processo de dimensionamento, que precede a instalação, onde devem ser tidos em conta os consumos energéticos, a localização do(s) edifício(s) e a área disponível para a colocação dos módulos fotovoltaicos, tendo em atenção possíveis zonas de sombreamento de modo a que a capacidade da instalação seja rentabilizada ao máximo.

 

Exemplo Prático Real (instalação efetuada pela Trilhos Energéticos)

Uma empresa do setor vinícola localizada no Norte do país apresenta um consumo mensal de aproximadamente 6500 kWh e decide instalar uma unidade de produção de autoconsumo.

Do estudo de dimensionamento conclui-se serem necessários 96 módulos fotovoltaicos. Com esta instalação a empresa irá obter uma poupança anual de cariz monetário de cerca de 8250€. A nível ambiental vai obter uma redução anual das emissões de C02 de 10 toneladas.

 

Consumo Mensal 6500 kWh
Módulos Fotovoltaicos 96
Potência dos Módulos 275 W
Poupança anual (€) 8250€
Redução da emissão de CO2 /ano 10ton

 

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