Trilhos Energéticos finaliza projeto de 28 kWp em associação de solidariedade

Trilhos Energéticos finaliza projeto de 28 kWp em associação de solidariedade

Este investimento  traduzir-se-á numa poupança  não só monetária como também numa política ambiente empresarial mais eficiente, uma vez que para além da poupança anual de aproximadamente 7000€, a associação de solidariedade conseguirá reduzir as emissões de CO2 em cerca de 15 toneladas/ano.

 

A Trilhos Energéticos acaba de terminar mais um projeto de autoconsumo empresarial em Associação de Solidariedade em São João da Pesqueira.

Este projeto conta com um sistema de autoconsumo fotovoltaico constituído por  104 módulos fotovoltaicos Jinko Solar de 270 Wp, o que prefaz uma potência total da instalação de 28 kWp. Para além dos módulos fotovolaicos, que captam a radiação solar, num sistema fotovoltaico é ainda essencial a instalação de um inversor. O inversor é o equipamento que permite que a energia solar seja utilizada para alimentar os consumos energéticos dos equipamentos, no sistema em causa, foi instalado um inversor da marca SMA, marca líder mundial em  equipamentos fotovoltaicos, e portanto uma das eleitas pela Trilhos Energéticos nas suas instalações.

Este investimento  traduzir-se-á numa poupança  não só monetária como também numa política ambiente empresarial mais eficiente, uma vez que para além da poupança anual de aproximadamente 7000€, a associação de solidariedade conseguirá reduzir as emissões de CO2 em cerca de 15 toneladas/ano.

A questão que muitos colocam é o porquê das empresas cada vez mais optarem por sistemas fotovolaticos para alimentarem os consumos energéticos inerentes às suas atividades. A resposta é simples: poupança e planeamento ajustado e política ambiental otimizada.

O autoconsumo empresarial é um investimento que posteriormente acarreta vantagens para as empresas a três níveis. Primeiro, traduz-se numa poupança monetária, ao investir em autoconsumo as empresas conseguem otimizar os seus custos fixos e reduzir as suas faturas de energia em cerca de 70%. Em segundo lugar, o autoconsumo permite um planeamento muito mais ajustado à realidade, sabe-se antecipadamente o custo aproximado a pagar pelos consumos de energia (no caso de estes serem regulares), não havendo uma total dependência das variações de tarifas dos fornecedores de energia convencionais. Por último, mas não menos importante, existe a questão da política ambiental. Cada vez mais a sociedade está a consciencializar-se das questões ambientais, cada vez mais os consumidores têm por base as políticas ambientais das empresas no momento da decisão de compra, ou seja a política ambiental das empresas constituí hoje em dia um fator de decisão de compra. Assim sendo, ter uma política ambiental o mais otimizada possível, é atualmente uma vantagem em relação a empresas concorrentes que não têm essa preocupação tão afincada. 

 A potencialidade do nosso país ao nível das energias pode ser comprovada nos dados técnicos publicados pela REN, onde podemos verificar que durante o ano 2017 do consumo total de energia em portugal 40% foi alimentado por energias renováveis. Para além disso, comparando os dados técnicos de 2016 e 2017 é possível verificar que no que diz respeito às potências instaladas em portugal (de energias renováveis) o segundo maior aumento está associado à energia solar, o que vem comprovar a rentabilidade dos sistemas fotovoltaicos e a sua afirmação crescente no nosso país.

 

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